O Galo deveria contratar o Cuca imediatamente

O Galo deveria contratar o Cuca imediatamente. O técnico, que acaba de sair do Palmeiras e está disponível no mercado, é o nome ideal para o futebol atleticano em 2018 e a diretoria alvinegra sabe disso. Não procurá-lo agora e fazer uma proposta é negligenciar a oportunidade. É ver o cavalo passar selado e não montar. Mais uma vez... Vamos lá, Daniel e cia limitada: contratem o Cuca!


Oswaldo de Oliveira chegou ao Atlético para salvá-lo de um ano desastroso. Após dois técnicos da nova geração que não conseguiram lidar com a pressão do vestiário e da arquibancada, o experimentado profissional foi contratado e vem conseguindo apaziguar o ambiente, gerenciando ânimos e expectativas. A chegada de Cuca não deveria significar a saída do atual treinador.


Uma das hipóteses aventadas quando da sua chegada era que Oswaldo exerceria, em 2018, o papel de diretor de futebol. Nada me agrada mais do que a ideia de antecipar o processo. Oswaldo na direção, Cuca no dia a dia.


Das competências célebres do campeão da Libertadores de 2013, a montagem de equipe é uma das mais fortes. Quando ele planeja o modelo de jogo, sabe como poucos escolher as peças e suas características. Engenhoso, metódico, foi assim que Cuca preparou as temporadas alvinegras de 2012 e 2013, com consequências positivas até 2014. Os resultados habitam a sede de Lourdes.


O que passou naquele Mundial de Clubes ficou para trás. A forma como saiu do Atlético com destino à China, a perda de foco num momento tão importante para as nossas histórias, o aliciamento aos jogadores do plantel… são águas passadas. Os erros que cometemos no passado muitas vezes nos ajudam a buscar caminhos diferentes no futuro. A minha fé é de que Cuca tenha aprendido. E, de fé, nós entendemos!


Não há tempo a perder. É agora ou agora, como aconteceu em junho de 2012 e a contratação de um certo camisa 10 - naquela época, 49. Arrume as malas, Cuca! É hora de voltar pra casa.


Wander Roberto/Inovafoto
Wander Roberto/Inovafoto

Venha alimentar a sua - e a nossa - fé outra vez no Galo, Cuca