God save the king: Messi mostrou como se decide um mata mata

Barcelona 4 X 1 Chelsea. Esse foi o placar agregado totalmente irreal deste grande confronto de oitavas de final de Champions League, isto simplesmente porque Lionel Messi decidiu o destino de um mata-mata mais uma vez.


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Mais uma vez ele deu espetáculo


Quando tudo levava a crer que seria um jogo sofrível pela maneira que os londrinos entraram pressionando a saída de bola e oferecendo perigo, apareceu mais uma vez a magia do melhor jogador do mundo. Messi chamou a bola, começou e terminou a jogada do primeiro gol. Tabela que acabou nos pés de Suárez, que viu a passagem do argentino, que, por sua vez, solucionou a jogada quase na linha de fundo batendo forte e rasteiro de perna direita, entre as pernas de Courtois. Em apenas 2 minutos e oito segundos, Messi destruiu qualquer estudo e tática do esquadrão de Antonio Conte.

Mas o jogo não estava decidido, o Chelsea criava grandes chances e ameaçava o gol de Stegen. O drama só terminou quando Messi mostrou quatro qualidades em apenas um lance: roubada de bola, drible, velocidade e visão de jogo. O ET roubou a bola de Fàbregas no meio de campo, driblou o primeiro zagueiro, deu um drible da vaca no segundo, se aproximou da área, desacelerou, esperou Suárez fazer o facão atraindo a defesa e achou Dembélé vindo da direita sozinho. O francês teve tempo de dominar e soltar uma bomba na gaveta do goleiro. Golaço! 2 a 0.


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O centésimo em Champions veio para sacramentar


O segundo gol matou de vez o time de Willian ainda na primeira etapa. Ainda assim, o melhor do planeta guardou para o segundo tempo um gol histórico em sua jogada característica e ao mesmo tempo 'irrepetível'. Contra ataque, bola colada nos pés, ameaça de chute, penetração na área limpando toda a defesa e míssil de perna esquerda para o fundo das redes. O centésimo gol do ET na Champions League em apenas 123 partidas, um recorde absoluto e inigualável. O camisa 10 perfeito que também é artilheiro batendo mais um recorde em mais uma atuação impecável: dois gols, uma assistência, domínio e aula de posse de bola.


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The King


A presença de Dembélé em uma ousada escalação inicial de Valverde ajudou Messi a respirar melhor no campo. Entretanto, a 'Messidependência' continua e o clube culé só conseguirá seguir nesta competição se o seu genial artista seguir furando esquemas táticos e defesas criadas para destruí-lo.

Que sorte a nossa: mais uma tarde memorável com o melhor jogador de futebol do planeta.

God save the King!

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