Que venha a Copa: Boca encerra o semestre sorrindo

Foi um semestre extremamente desgasgante para os torcedores xeneizes. Não só pelas disputas naturais, mas pelo caminho percorrido. Em outros posts, citei constantemente as dificuldades que o time atravessava por conta das lesões e do calendário complicado. Mas, enfim, acabou. E foi como gostariamos.


Prensa Boca Juniors
Prensa Boca Juniors

Pressionados, os irmãos Barros Schelotto conseguiram os objetivos principais


A derrota contra o River, na Supercopa, não se apaga. Mas a verdade é que eram três objetivos: conquistar o bicampeonato da Superliga, se classificar para as oitavas de final da Libertadores e, claro, vencer os rivais. Não foi possível conseguir tudo. Mas é bem verdade que das três metas, essa era a menos importante. Jamais vou subestimar um superclássico. Deles quero ganhar sempre. Mas se tivesse que abrir mão de um desses três objetivos, certamente seria esse.


E a verdade é que foi tudo na base do sofrimento. Chegamos a liderar o campeonato com 12 pontos de avanço com relação aos rivais diretos. Mas a distância foi se encurtando. E, no final, foi apertado, chorado, a lo Boca. O que deu um certo alívio para torcedores e jogadores. Sem falar da Libertadores, onde Fernando Prass foi o mais bostero dos seres humanos e ajudou - muito - na classificação, uma vez que golear o Alianza Lima poderia não ser suficiente.


Agora vem a justa pausa para respirar. Tempo de tirar do corpo a camisa azul y oro suada de tantas batalhas e vestir a Albiceleste como sempre fazemos. E só nos resta torcer para que, mesmo com dificuldades, possamos ter um final feliz com a Selección. Eu duvido, mas também duvidavam do Boca.