Ceará: o 'papai' não só voltou, como ficou

BICAMPEÃO! BICAMPEÃO!


Merecidamente, nosso time conseguiu se sagrar bicampeão do Manjadim. Muito melhor no primeiro jogo e fazendo o suficiente para vencer no segundo, Chamusca mostrou de novo que tem o time na mão e comandou nosso título. Parabéns também à toda a diretoria, em especial o presidente (que aniversariou essa semana) Robinson de Castro. 


Twitter oficial Robinson de Castro.
Twitter oficial Robinson de Castro.

Levanta essa taça que você merece, meu presida!


Temos um técnico excelente. Todos os méritos a ele e a sua equipe. Não caiu na provocação do fraco treinador rival, Rogério Ceni, que quis jogar a pressão pro nosso lado. Ganhou no campo, sem mimimi nenhum. Sem culpar a arbitragem, o gramado, o cansaço (mesmo sendo o clube brasileiro com mais partidas no início de temporada), o azar ou a bola que era redonda demais. A torcida adversário tentou até vazar uniforme fake de bicampeonato do Ceará onde citávamos centenário alheio. De onde iríamos lembrar do rival ganhando um título? O Ceará Sporting Club NÃO precisa disso. Nosso time ganha EM CAMPO!


No primeiro jogo, o Vozão ganhou com AUTORIDADE. Lembro que antes de sair de casa, meu avô (que nada acompanha de futebol), cravou que o jogo seria 2x1. O Vozão, em atuação MÁGICA de Wescley, o melhor em campo, fez o placar acontecer. Mas saí do estádio com uma sensação de que poderia ser melhor. Aquela de “poderíamos ter goleado, mas levamos um gol ao final e podemos nos complicar”. O primeiro jogo doi um passeio alvinegro. O goleiro deles, o bom Matheus Inácio, salvou umas 3; Pio quase marca em 3 oportunidades; Wescley e Elton perderam chances claras. Sobrou para o Rei Arthur ser o herói do jogo, como havia previsto meu amigo pescador Thiago Franklin. Com dois gols, o jovem centroavante decretou a vitória.


Site oficial do Ceará SC
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Arthur e Wescley foram os dois melhores do primeiro jogo da final.


Ainda sobre esse primeiro jogo, temi o fato de Richardson estar pendurado. Ele, que é o melhor do time, não poderia levar um amarelo caso quisesse disputar a segunda partida. E se resguardou em alguns lances, até ser substituído no início do segundo tempo. Achei excelente pois ele estaria apto ao segundo jogo.


Ledo engano. O volante sentiu uma contusão e não pôde atuar no jogo de volta. Eis que surge o prata-da-casa Raúl. Substituindo com autoridade Richardson, Raúl foi o melhor em campo. Outro que muito se destacou foi Ricardinho. Ele, que parece ser o Senhor Clássico Rei devido ao seu excelente aproveitamente, melhorou seu futebol em 300% com a entrada de Wescley no time titular. O meia voltou a ser o maestro que sabemos que ele é. Luiz Otávio também merece menção. O zagueiro, que falhou no primeiro jogo no gol de Gustavo e teve peito para assumir isso ao fim da primeira partida, fez uma partida excepcional. Vamos ao que foi o segundo jogo.


De novo o Ceará começou melhor e abriu o placar com um petardo do Pio. Ele, aliás, estava seco por esse gol. Novamente o meu amigo Franklin cravou essa: pouco antes do jogo disse que o lateral/volante guardava o dele. Troféu Mãe Dinah para o pescador. Até então melhor no jogo, o Ceará cometeu a bobeira de fazer um pênalti. Confesso que do estádio não consegui ver se foi ou não, mas no replay vi que foi e achei que Pio foi displicente. Bruno Melo mandou na trave, mas, mesmo assim, o rival cresceu. Levou certo perigo e marcou um gol que foi anulado. Novamente, não consegui ver se estava impedido, mas no replay confirmei que estava. 


Voltamos mais tranquilos no segundo tempo, cirúrgicos, como Chamusca gosta. O treinador, inclusive, não pôde acompanhar o título da beira do campo devido a ter passado mal antes do jogo. Que nosso professor logo se recupere. E o segundo tempo foi um jogo com muitas paralisações, onde o Ceará cozinhou o galo. E, em bela jogada do Arthur, Felipe Azevedo deixou o gol do título. O atacante, aliás, curte fazer gol de bicampeonato né?


Site oficial do Ceará SC
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Não é a primeira vez que Felipe Azevedo faz gol de bicampeonato


No final levamos um gol que gerou certa dúvida. Ouvi dizer que o rival tinha a vantagem de dois resultados iguais, mas parece que não era bem assim. Com autoridade, o Vozão se sagrou bicampeão. E, de quebra, aumentou o tabu. Sim, o tabu. Adoram falar em tabu? Pois tá aí, o Vozão já está a 4 jogos sem perder. Me pergunto se na próxima vão querer CPF na nota. Termino a postagem dizendo que o papai não só voltou, como ficou! 


BICAMPEÃO! BICAMPEÃO!