Como é bom vê-lo jogar, Danilo!

Danilo: o nome do jogo. Que prazer poder falar isso mais uma vez. 826 dias depois, voltou a marcar e, como é de praxe, foi decisivo num momento crucial do Corinthians no campeonato. Difícil achar um torcedor que não goste do homem.


O espaço no elenco é cada vez menor. Pela idade, não consegue mais exercer sua função de meio-campo. Apesar de tudo isso, mudou o jogo. Como centroavante, precisou apenas de 5 minutos em campo para escancarar sua qualidade diferenciada.


Daniel Augusto Jr./Agência Corinthians
Daniel Augusto Jr./Agência Corinthians

Danilo comemorou seu gol de número 34 com a camisa do Corinthians


Um sentimento de nostalgia atacou os corinthianos ao ver o camisa 20 em campo. Sofreu a falta, e apareceu no lugar certo e na hora certa para finalizar. Bola desviada como se tivesse sido feita para o craque definir. Destoando da sua característica, fez o pênalti bobo, que deu o empate ao Bahia.




Não poderia acabar assim. Para o ídolo que superou uma lesão que poderia amputar-lhe a perna, decidiu jogos importantíssimos e fez torcidas tremerem quando ouviam seu nome, o final tinha que ser feliz. Nada melhor do que uma puxeta aos 43 do segundo tempo para dar os três pontos.


Enfim, meu amigo. Vê-lo jogar é uma honra. Vê-lo marcar gols nos traz nostalgia. Sua história é enorme e cada vez que você veste nosso manto, nos sentimos muito bem representados. Muito obrigado por tudo, ídolo, essas palavras são poucas para agradecer, mas hão de servir por hoje.


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