Os homens que brincavam de empilhar títulos

Emerson Sheik e Danilo. Só de ouvir os nomes, se assemelha a figura dos jogadores ao Todo Poderoso Timão. Atletas esses, que não economizaram em nenhum momento no quesito levantar taças. Cada um em sua particularidade, ídolos recentes de um clube deste tamanho.


Bola cruzada na área, ninguém era dono, ela pinga, Danilo protege e em um toque genial de calcanhar, lembrando o ídolo-mor - Sócrates - acha Emerson Sheik, que domina com a barriga e coloca pra dentro. Um gol histórico, abrindo o placar de uma final de Libertadores, eternizando o nome de dois craques na história do Corinthians. Quem diria que um dia teríamos que nos despedir dessa dupla.


Divulgação
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Emerson Sheik dava toda sua raça em campo


Diferente de Danilo, Sheik foi e voltou por duas vezes, mas nada que tirasse em algum momento a grandeza de seu nome. Foram 8 anos em que os dois ostentaram nosso escudo com muito merecimento. Os almanaques do Timão estarão sempre ilustrando essa história linda. Que orgulho de poder dizer que o camisa 20 e o eterno camisa 11 marcaram época por aqui. O rei dos clássicos e o homem das decisões.


Assim como o ciclo de todos jogadores, o deles chegou ao fim. De maneira melancólica, porém orgulhosa, o corinthiano que esteve na Arena Corinthians, pôde ver essas duas figuras atuando com o manto sagrado pela última vez - ou pelo menos a última vez na frente da Fiel. É unanimidade do corinthiano, olhar para essa dupla que teve mania de empilhar títulos e dizer: muito obrigado!

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