Não existe santista ateu quando surge um novo Menino da Vila

Você pode ser católico. Evangélico. Muçulmano. Rastafári. Judeu. Protestante. Espírita. Budista. Xintoísta. Satanista. Agnóstico.


Até ateu. Menos se for santista, pois a verdade é uma só:  não existe quem não creia em algo superior quando mais um Menino da Vila explode.



Quando pedimos, imploramos e, consequentemente, rezamos para que a base ganhe espaço, seja considerada o pilar de qualquer time que o Santos coloque em campo, é por causa de dias como esta quinta-feira, 25 de janeiro de 2018, dia em que o Santos virou para cima da Ponte, 2 a 1.


Porque só a base é capaz de transformar uma atuação patética em algo emocionante, marcante, especial... Vinda dos céus.


Ivan Storti/Santos FC
Ivan Storti/Santos FC

Orai por nós


Não temos como saber o que Rodrygo (que, neste blog, pedimos como titular desde o final do Brasileiro-2017) se tornará no futuro. Mas ele representa a essência santista: um moleque, menor de idade, que tenta jogar como gente grande, sem medo, como se estivesse na praia do Gonzaga jogando em frente à Praça das Bandeiras.


É difícil não crer em divindades quando, mais uma vez, o santista pode pegar fotos de um jogador que tem o típico DNA do Santos e provar ao mundo que, desde sempre, ele esteve ali, só esperando para se tornar o próximo a nos encantar. 


Reprodução
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Base. É o que o santista quer


Como cantou Chorão (volta): eu não sou senhor do tempo, mas eu sei que vai chover... Meninos da Vila. Raios.


Não acredito em Deus na maioria dos dias. Menos quando surge mais um Menino, com M maiúsculo, mesmo, pois é assim que eles são batizados por nós. Nesses dias, rezo, oro, acredito em milagres e sei que alguém lá em cima olha para aquele campo entre o canal 2 e o canal 1 com carinho.


Só a base salva. A base é minha senhora, e nada nos faltará.


VILA BELMIRO, 100 anos, 100 jogos


Só faltam NOVE livros. Aproveita e me chama aqui.


Divulgação
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Tem base até demais aqui