Vecchio, Copete, Jean Mota e Yuri precisam ser dispensados do Santos. E, claro, Jair Ventura

Eu sigo uma linha clara neste blog: não vou falar mais ou menos de ninguém por interesse pessoal, jornalístico ou o que for. Então, aqui você verá o que não vão publicar por aí após a patética, vexaminosa e ridícula derrota para o Luverdense, time que está desesperado contra o rebaixamento na Série C.


O problema: eu não assisti ao jogo. Por sorte ao meu psicológico, tive compromisso na hora. Então, como escrever? Fácil: farei perguntas aos leitores.


Gazeta Press
Gazeta Press

Fora


Eu não vi o jogo, então gostaria de entender como um time com jogadores experientes como Vecchio, Jean Mota e Copete consegue passar sufoco e perder contra o Liuverdense.


Eu não vi o jogo, então se alguém puder me explicar por que esses três nomes, mais o tal do Yuri, ainda estão no Santos, se são incapazes, sendo os "líderes" de um time, de baterem um time da Série C, agradeço.


Eu queria, mesmo sem ver o jogo, entender como Vecchio, mais uma vez, depois de tão implorado pela torcida, de ter seu próprio "assessor" por aí na mídia, de me garantirem que era um gênio e que resolveria os problemas do Santos, não consegue ir bem contra o Luverdense.


Eu queria entender quem disse que Copete poderia estar num time de Série A do Brasil. Veja, não o Santos especificamente. O Copete não poderia jogar no Paraná, lanterna. Bom, na verdade ele não jogaria no Luverdense. Bom, por que ele é profissional?


Vecchio, Copete, Yuri e Jean Mota precisam ser dispensados. Já. E Vitor Bueno. É, não dá mais para esse também. O resto dos moleques eu até aguento. Porque tem um cara que vai jogar a culpa neles. Esse de quem falo abaixo.


Gazeta Press
Gazeta Press

Fora


A arrogância de Jauir Ventura, incrivelmente mais do que sua incapacidade como técnico, é algo que me incomoda. Muito. Absurdamente.


Não vi o jogo, como disse, então de repente o Santos poderia ter pressionado o Luverdense e perdido por acasos do futebol. Não foi o que ocorreu. Fez um gol contra e tomou um baile no resto da partida. Vexame. Mas, para Jair, "não importa".


É um brincalhão. Fora do Santos, já.


Fui ler a coletiva deste senhor que acha que entende de futebol mais do que todos. Que acha que é imune a criticas. E que conta com a parcialidade de muita gente para se manter em um cargo no qual não merece e nem tem capacidade de exercer.


Este senhor, cuja maior glória na carreira é ter levado um medíocre time do Botafogo a uma Libertadores e ter feito nada de interessante, e cuja campanha como treinador do Santos inclui DEZ DERROTAS EM QUATRO MESES (segurei a caixa alta até aqui. Não deu mais. É muito feio), teve a capacidade de dizer em sua coletiva pós-vexame que "avalia um jogo de 180 minutos" e que a "classificação foi excelente".


Bom, então o que você avalia é errado. Mais um erro. Parabéns.


Disse, aliás, que a classificação foi "excelente". O SANTOS. PERDEU. PARA. O. LUVERDENSE. E o técnico diz que foi excelente. É oficial: ninguém no Santos se importa em passar vergonha. Virou normal.


Ainda teve a capacidade de falar "a vida é feita de oportunidades, e muitos tiveram a oportunidade". Ele, logo ele, que RESSUSCITOU  COPETE E VECCHIO depois de passarem meses renovando que não são jogadores do nível Série C. Do nível Luverdense.


É fácil se irritar com Vecchio e Copete, que são simplesmente péssimos. Com Jean Mota, que é ruim, mas que é ídolo no Fortaleza - poderiam mandá-lo de volta, que vá ser feliz lá ou na Alemanha, sei lá. De Vitor Bueno, que não liga mais para futebol. De Vanderlei, que está mal - e eu farei um texto logo sobre isso. De qualquer jogador.


Difícil é lidar com a blindagem de um técnico arrogante e simplesmente ruim. Isso eu não engulo.