A Geração do Quase é eterna: Santos dá vexame na 'hora H' novamente

A Geração do Quase jamais vai acabar.


Foi como assistir a um time treinado por Jair Ventura.


2018 e fui obrigado a assistir Yuri e Copete.


Vanderlei em sua pior fase.


Daniel Guedes é incapaz de paroveitar uma oportunidade sequer.


Bola aérea? É drama. Há anos. Vai dar problema. Deu. Sempre dá.


Copete titular.


Cruzamentos eternos. Passes errados. Chutes ao gol? Quase nenhum...


A Geração do Quase é eterna.


Gazeta Press
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Amo essa foto pois ela mostra o que é Copete em todos os detalhes possíveis


Você pode pegar qualquer uma das frases acima e colocá-la como o principal fator para a vergonhosa, vexaminosa, patética e ridícula derrota do Santos no Pacaembu para a Chapecoense, 1 a 0, na noite desta segunda-feira (12).


Uma derrota lamentável, triste, vulgar e ofensiva. Covarde, medrosa, frouxa e assustadora.


Me faltam palavras, ainda. Apesar de todas citadas, é como se elas não completassem o buraco na alma que senti ser aberto com uma atuação das mais pavorosas que já vi o Santos ter.


Yuri titular. Copete titular. 2018.


Ivan Storti/Santos FC
Ivan Storti/Santos FC

Yuri é alguém que tem exatas zero boas partidas pelo Santos. Um horror


As escolhas de Cuca, que faz trabalho ruim, mas que parece melhor do que é porque recebeu o time de Jair Ventura, são simbólicas.


Sabe por quê? Porque elas foram tão erradas, mas tão erradas, que combinaram com o momento do time: se ganhar entra na zona de Libertadores?


Ah!, então pera aí. Somos a Geração do Quase. Vamos dar a esperança. Só para trucidá-la, matá-la, arrebentá-la.


A geração do sadismo.


Eu não aguento mais.


2018 e Yuri e Copete titulares.